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ORIGEM |
A
carteira administrada não possui regulamentação legal específica.
Funciona por meio de um contrato de prestação de serviços da corretora
de valores com o cliente. O registro pode ser feito no Cartório de
Títulos e Documentos e é também enviado à Bovespa.
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PRODUTO |
Carteira administrada é o conjunto de diferentes ativos financeiros
administrados por pessoa especializada (gestor da carteira) de acordo
com o perfil do investidor e suas expectativas quanto à liquidez,
rentabilidade e segurança. Os ativos financeiros podem ser títulos,
ações, debêntures ou ativos de renda fixa, como por exemplo, NTN (Nota
do Tesouro Nacional),LTN (Letra do
Tesouro Nacional) e TDA (Título da Dívida Agrária). Caracteriza-se por
ser um serviço sofisticado e personalizado, sendo a composição das
aplicações discutida diretamente com o cliente. As principais vantagens
que diferem a Carteira Administrada dos demais produtos concorrentes são
a total adequação da composição da carteira, de acordo com os desejos do
cliente e o atendimento individualizado.
As desvantagens podem ser representadas pelas taxas mais elevadas,
incluindo de administração e de performance.
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CARACTERÍSTICAS |
BENEFÍCIOS |
PROVAS |
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Serviço e atendimento individualizados
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Totalmente adaptado ao perfil do investidor, considerando suas
expectativas de liquidez, rentabilidade e segurança. |
Atendimento personalizado, de acordo com contrato assinado por
ambas as partes por prazo indeterminado. |
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Taxas de Administração e de performance |
O gestor da
carteira dedica maior atenção aos investimentos e rendimentos do
cliente, buscando sempre a melhor solução. |
Tabela com rendimento
de algumas carteiras. |
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Risco de acordo com o perfil do investidor |
As decisões sobre
a composição
da carteira são definidas em conjunto entre investidor e o gestor
da carteira. |
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USO |
A
carteira administrada é usada por investidores que possuem um volume
razoavelmente grande de dinheiro para investir e desejam um atendimento
personalizado. O valor médio da aplicação é em torno de R$ 100.000,00 e
pode ser feito por pessoas físicas ou jurídicas.
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DICAS |
Por se tratar de um serviço diferenciado, com custos mais elevados que
os Clubes ou Fundos de Investimento, a credibilidade do operador é de
suma importância para a satisfação do cliente, assim como a discrição e
a atenção dispendida no atendimento. Para auxiliar a venda, a referência
de clientes que já utilizam este serviço torna-se importante.
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CUSTOS E TRIBUTAÇÃO |
O
investidor é responsável pelo pagamento do Imposto de Renda, que é de
15% sobre o ganho no momento da venda das ações. (Cabe ressaltar que a
partir de janeiro de 2005, este percentual cairá para 15%.) Se a
Carteira possuir investimentos em Renda Fixa (Fundos de Renda Fixa, por
exemplo), a tributação é mensal sobre o ganho e é deduzida na fonte, ou
seja, a própria instituição financeira responsável pelo Fundo é quem
retém o imposto, deduzindo-o das cotas do investidor.
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RISCOS |
Possíveis riscos são relacionados diretamente à composição da carteira
e, portanto, ao perfil do investidor. Pode-se afirmar também que irá
depender da proporção de investimentos nos diferentes ativos, sendo que
um investimento maior em ações resultará no aumento do risco da operação
em relação ao retorno esperado.
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RESPONSÁVEL |
Cada operador é responsável pela Carteira de seus clientes.
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ORIGEM |
As
empresas de capital aberto têm suas ações negociadas em um lugar
definido: Bolsa de Valores. O mercado de balcão vem da necessidade de
realizarem-se transações de ativos que não possuem um lugar específico
para serem negociados.
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PRODUTO |
Qualquer ativo que estiver sendo negociado fora de um local específico
estará sendo negociado via mercado de balcão. Isso se dá principalmente
para títulos públicos, já que uma corretora credenciada junto à BOVESPA
não pode negociar ações fora da Bolsa de Valores.
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USO |
As
instituições financeiras negociam via mercado de balcão títulos para
serem usados em seus fundos ou para revenderem para seus clientes.
Exemplo 1: A corretora A tem um cliente que precisa comprar TDA (Título
da Dívida Agrária). No entanto, não possui esses títulos no momento. A
corretora A então entra em contato com a corretora B, e acerta a compra
da quantidade de títulos que ela necessita para revenda. O que a
corretora A fez foi comprar, em balcão, os títulos que necessitava, para
depois repassar para o cliente final. Exemplo 2: O Banco A precisa
colocar em seus fundos investimentos seguros com renda fixa. Para isso,
negocia via mercado de balcão a compra de Letras do Tesouro Nacional
(título da dívida publicada emitida pelo governo brasileiro) e as aplica
em seus fundos. *
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TRIBUTAÇÃO |
CPMF
nas transações.
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RISCOS |
A risco
aqui está vinculado ao credor não honrar seus compromissos, o que
diminui o risco a quase zero, já que o credor dos títulos públicos é o
governo brasileiro que vem demonstrando credibilidade e honrando todos
os seus compromissos.
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RESPONSÁVEL |
Leonardo Borba
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ORIGEM |
É um
derivativo. Tem a finalidade de limitar riscos para quem busca proteção,
e para os especuladores a expectativa de grande e rápido retorno, pois
opção é um derivativo de alta volatilidade.
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PRODUTO |
Contrato que define direitos futuros ao comprador e obrigações também
futuras ao vendedor. Ou seja, o comprador de uma opção paga hoje um
prêmio (garantia) para ter o direito de compra de determinada ação em
data futura, tendo o vendedor a obrigação de vender caso o comprador
exerça seu direito.
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OPERAÇÃO |
Por
exemplo: uma pessoa que deseja comprar um automóvel (ação) daqui a
30 dias, porém por um preço pré-determinado (R$20.000,00), dá uma
garantia ao vendedor, digamos R$1.000,00. Por tanto, o comprador fica
com a opção de compra do carro em 30 dias, garantindo o valor combinado
mesmo havendo um reajuste. Caso o carro se torne mais barato, o
comprador não é obrigado a exercer o direito de compra, porém perde o
sinal dado anteriormente (a opção), ficando o vendedor com a garantia do
sinal dado, e a obrigação de vender o carro (papel) no caso do comprador
exercer o direito.
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USO |
Podemos
classificar os participantes do mercado da seguinte forma:
Hedgers: Buscam proteção, possuem o papel e vendem opções de
compra futura, garantindo assim o ganho do prêmio e a futura venda do
papel.
Especuladores: Procuram retorno grande e rápido para suas
operações, pois operam especulando em cima da volatilidade do mercado.
Arbitradores: Ora são compradores, ora vendedores, dependendo das
condições de mercado, pois buscam obter lucro na diferença de taxas dos
ativos.
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DICAS |
Por ser
um ativo de especulação e ter como característica grande volatilidade,
opções é uma ótima forma de alavancar o capital do investidor, pela
grande oscilação existente, porém com todo cuidado possível, por ser uma
aplicação de grande risco.
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TRIBUTAÇÃO |
IR de
15% sobre o lucro.
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RISCOS |
Para os
vendedores de opções, detentores da ação, o risco é uma queda no preço
da ação, fazendo com que ele não seja exercido, porém garantindo o valor
recebido pela opção, enquanto para os compradores de opções, o risco é a
queda do preço da ação, fazendo com que o preço da opção caia
paralelamente, perdendo assim parte ou todo valor investido.
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AGENTE RESPONSÁVEL |
André
Locatelli
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ORIGEM |
Surgiu
da necessidade do investidor que não possui recursos necessários para
investir no mercado de capitais, de através do financiamento no mercado
a termo se financiar para realizar operações. E na outra ponta o
benefício do detentor da ação de receber uma remuneração como uma
aplicação em renda fixa.
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PRODUTO |
É a
compra ou a venda, em mercado, de uma determinada quantidade de ações, a
um preço fixado, para liquidação (pagamento) em prazo determinado, a
contar da data do contrato entre as partes.
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OPERAÇÃO |
A
realização de um negócio a termo é semelhante a de um negócio à vista. A
Diferencial Corretora intermédia toda a negociação para os seus
clientes, toda transação a termo requer um depósito de garantia
(margem), na CBLC. O valor da margem inicial serve para garantir e
aprovar a negociação na Bolsa. Quanto á margem adicional, sempre que
ocorrer redução referente á oscilação na cotação dos títulos-objeto será
necessário o reforço da garantia inicial.
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USO |
O
financiado a termo, tem a vantagem de investir no mercado, mesmo não
dispondo de recursos financeiros, pois busca a compra de ações sem
disponibilidades financeiras no momento, garantido o preço de compra
futura. Por outro lado o financiador busca uma remuneração, os juros da
operação, adequada aos níveis de mercado de renda fixa.
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DICAS |
Esta
operação é direcionada a dois públicos, o financiador e o financiado. O
financiador, detentor da ação, deseja obter uma remuneração semelhante à
de renda fixa. Enquanto o financiado busca uma forma de investir no
mercado mesmo não dispondo de todo capital necessário, por isso busca
financiamento e realiza operações a termo.
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TRIBUTAÇÃO |
IR de
15% sobre o lucro.
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RISCOS |
Para o
financiado, o risco é uma queda do papel comprado, sendo necessário o
depósito de margens adicionais conforme necessidades. Para o financiador
não existe risco, pois a operação é garantida pela bolsa.
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AGENTE RESPONSÁVEL |
André
Locatelli
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