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	<title>Corretora Diferencial</title>
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		<title>Japão alerta para exportações fracas, mas mantém política monetária</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 12:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Banco do Japão (banco central) deixou inalterada a política monetária do país, mas piorou as estimativas para exportação e produção por causa do lento crescimento global e se mostrou disposto a novamente ampliar o estímulo se crescerem os riscos às perspectivas.

O presidente do banco central japonês, Masaaki Shirakawa, alertou que, embora ainda acredite que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco do Japão (banco central) deixou inalterada a política monetária do país, mas piorou as estimativas para exportação e produção por causa do lento crescimento global e se mostrou disposto a novamente ampliar o estímulo se crescerem os riscos às perspectivas.</p>
<p><span id="more-4249"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O presidente do banco central japonês, Masaaki Shirakawa, alertou que, embora ainda acredite que as exportações vão se recuperar, os problemas provocados pela crise da dívida da Europa estão aumentando e podem atrasar a retomada de mercados importantes para os bens japoneses, como Estados Unidos e China.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Os problemas de dívida soberana da Europa já estão tendo um enorme impacto sobre a economia global. Se a situação piorar, pode provocar problemas no mercado ou desacelerar mais o crescimento global&#8221;, disse em entrevista à imprensa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Entretanto, Shirakawa deu poucas pistas sobre quando o BC poderá afrouxar a política e descartou uma ideia apresentada por um novo membro do conselho, de que o banco central deveria comprar títulos estrangeiros.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Se o BC tiver que comprar títulos estrangeiros com o objetivo de reverter altas do iene ou enfraquecê-lo, isso seria o equivalente a intervenção cambial (o que é da jurisdição do governo)&#8221;, disse ele.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Como esperado, o banco central não elevou a meta de 70 trilhões de ienes (890 bilhões de dólares) para seu programa de compras de ativos e empréstimos. O BC manteve a taxa de juros entre zero e 0,1 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A pressão por uma ação imediata diminuiu, uma vez que o iene teve pouca alteração após dados melhores do que o esperado sobre emprego nos EUA na semana passada, assim como decisões do Federal Reserve (banco central dos EUA) e do Banco Central Europeu (BCE) de por enquanto manter a política.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A atividade industrial japonesa recuou em julho no ritmo mais rápido desde o terremoto do ano passado. As exportações tiveram a primeira queda anual em quatro meses, uma vez que a desaceleração na Europa e na China afetaram a demanda.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Refletindo isso, o BC reduziu sua avaliação sobre exportações e produção e alertou que melhoras no crescimento internacional são limitadas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;A retomada nas exportações moderou, enquanto a produção tem estado relativamente fraca&#8221;, disse o BC em comunicado anunciando sua decisão política. Esse foi uma visão mais pessimista do que no mês passado, quando disse que as exportações e a produção estavam melhorando.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Alguns analistas esperam que o BC afrouxe a política novamente em outubro, quando realiza uma revisão trimestral de suas estimativas de crescimento de longo prazo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>O presidente do banco central japonês, Masaaki Shirakawa, alertou que, embora ainda acredite que as exportações vão se recuperar, os problemas provocados pela crise da dívida da Europa estão aumentando e podem atrasar a retomada de mercados importantes para os bens japoneses, como Estados Unidos e China.</p>
<p>&#8220;Os problemas de dívida soberana da Europa já estão tendo um enorme impacto sobre a economia global. Se a situação piorar, pode provocar problemas no mercado ou desacelerar mais o crescimento global&#8221;, disse em entrevista à imprensa.</p>
<p>Entretanto, Shirakawa deu poucas pistas sobre quando o BC poderá afrouxar a política e descartou uma ideia apresentada por um novo membro do conselho, de que o banco central deveria comprar títulos estrangeiros.</p>
<p>&#8220;Se o BC tiver que comprar títulos estrangeiros com o objetivo de reverter altas do iene ou enfraquecê-lo, isso seria o equivalente a intervenção cambial (o que é da jurisdição do governo)&#8221;, disse ele.</p>
<p>Como esperado, o banco central não elevou a meta de 70 trilhões de ienes (890 bilhões de dólares) para seu programa de compras de ativos e empréstimos. O BC manteve a taxa de juros entre zero e 0,1 por cento.</p>
<p>A pressão por uma ação imediata diminuiu, uma vez que o iene teve pouca alteração após dados melhores do que o esperado sobre emprego nos EUA na semana passada, assim como decisões do Federal Reserve (banco central dos EUA) e do Banco Central Europeu (BCE) de por enquanto manter a política.</p>
<p>A atividade industrial japonesa recuou em julho no ritmo mais rápido desde o terremoto do ano passado. As exportações tiveram a primeira queda anual em quatro meses, uma vez que a desaceleração na Europa e na China afetaram a demanda.</p>
<p>Refletindo isso, o BC reduziu sua avaliação sobre exportações e produção e alertou que melhoras no crescimento internacional são limitadas.</p>
<p>&#8220;A retomada nas exportações moderou, enquanto a produção tem estado relativamente fraca&#8221;, disse o BC em comunicado anunciando sua decisão política. Esse foi uma visão mais pessimista do que no mês passado, quando disse que as exportações e a produção estavam melhorando.</p>
<p>Alguns analistas esperam que o BC afrouxe a política novamente em outubro, quando realiza uma revisão trimestral de suas estimativas de crescimento de longo prazo.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
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		<title>OCDE vê desaceleração de emergentes atingindo Rússia</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 12:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Rússia parece prestes a enfrentar uma desaceleração econômica, juntando-se a outras potências emergentes como Índia e China, cujas economias também mostram sinais de fraqueza, mostrou nesta quinta-feira relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A Rússia parece prestes a enfrentar uma desaceleração econômica, juntando-se a outras potências emergentes como Índia e China, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A Rússia parece prestes a enfrentar uma desaceleração econômica, juntando-se a outras potências emergentes como Índia e China, cujas economias também mostram sinais de fraqueza, mostrou nesta quinta-feira relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</div>
<p>A Rússia parece prestes a enfrentar uma desaceleração econômica, juntando-se a outras potências emergentes como Índia e China, cujas economias também mostram sinais de fraqueza, mostrou nesta quinta-feira relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<p><span id="more-4247"></span></p>
<div>
<div>O instituto de pesquisa afirmou que seu indicador composto de junho, que fornece uma medida da atividade econômica futura e que tem como base uma leitura média de longo prazo de 100, caiu para 99,5 para a Rússia, ante 100,3 em maio.</div>
<div></div>
<div>Os indicadores para China e Índia continuam indicando uma desaceleração, enquanto o Brasil parece pronto para uma aceleração mais moderada na atividade econômica do que na avaliação do mês passado, informou a OCDE.</div>
<div></div>
<div>O indicador geral para a área da OCDE, que cobre 33 países, caiu para 100,3 após registrar 100,4 de fevereiro até maio, apontando moderação do crescimento.</div>
<div></div>
<div>O único país a mostrar melhora foi a Grã-Bretanha, onde o índice mostrou aumento para 99,9 ante 99,8, sugerindo uma melhora hesitante da atividade econômica.</div>
<div></div>
<div>&#8220;Indicadores antecedentes compostos &#8230; continuam a apontar para diminuição da atividade econômica na maioria das principais economias da OCDE e desaceleração na maior parte das economias que não fazem parte da OCDE&#8221;, afirmou a instituição.</div>
<div></div>
<div>Os índices para a zona do euro, França e Alemanha continuaram a apontar para crescimento fraco e a Itália mostrou um risco maior de desaceleração. O índice para a zona do euro caiu para 99,4 ante 99,5.</div>
<div></div>
<div>Fonte: Reuters Brasil</div>
</div>
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		<title>Indústria da China decepciona, mais estímulo pode vir</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 12:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O crescimento da produção industrial da China desacelerou inesperadamente em julho para o nível mais fraco em mais de três anos, destacando as pressões globais que podem levar as autoridades a adotar mais ações para manter o crescimento em linha diante da meta de expansão anual de 7,5 por cento.

As vendas no varejo e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento da produção industrial da China desacelerou inesperadamente em julho para o nível mais fraco em mais de três anos, destacando as pressões globais que podem levar as autoridades a adotar mais ações para manter o crescimento em linha diante da meta de expansão anual de 7,5 por cento.</p>
<p><span id="more-4245"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">As vendas no varejo e o investimento em ativos fixos também ficaram aquém das previsões do mercado de acordo com dados oficiais divulgados nesta quinta-feira, elevando as expectativas de que Pequim agirá para dar suporte a uma economia que vê o crescimento desacelerar há seis trimestres seguidos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A inflação ao consumidor anual, por sua vez, recuou para uma mínima de 30 meses no mês passado, sugerindo que o banco central tem um amplo escopo para afrouxar ainda mais a política depois de cortar a taxa de juros em junho e julho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Achamos que a fraqueza será mais teimosa do que as pessoas esperavam&#8221;, disse Li Wei, economista do Standard Chartered Bank. &#8220;Minha opinião é de que a retórica política está perdendo sua efetividade em ampliar a confiança e é preciso ações reais para impulsionar o crescimento.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Além de reduzir a taxa de juros, Pequim também baixou a quantia de dinheiro que os bancos devem manter como reservas (taxa de compulsório) para liberar estimados 1,2 trilhões de iuans a empréstimos, em uma série de medidas desde novembro de 2011.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O presidente Hu Jintao e o primeiro-ministro Wen Jiabao prometeram acelerar o ajuste da política no segundo semestre do ano para dar suporte à economia.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A expectativa é de que o banco central continue com o afrouxamento gradual da política nos próximos meses, apesar de seu recente alerta de que a inflação pode acelerar após agosto.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">ABAIXO DAS PREVISÕES</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O crescimento da produção industrial chinesa desacelerou para 9,2 por cento na comparação anual em julho, o mais fraco desde maio de 2009, abaixo da taxa de 9,5 por cento em junho e menor que a previsão de 9,8 por cento vista na pesquisa da Reuters.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O crescimento anual de investimento em ativos fixos, como em imóveis, estradas e pontes, ficou em 20,4 por cento no período entre janeiro e julho, inalterado em relação ao período de janeiro a junho e pouco abaixo da previsão de 20,5 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O crescimento das vendas no varejo, o maior condutor da expansão da economia no primeiro trimestre, recuou para 13,1 por cento, abaixo da estimativa de 13,7 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O crescimento econômico tem desacelerado desde o começo de 2011, atingindo 7,6 por cento no segundo trimestre, o ritmo mais fraco de crescimento desde a crise financeira global.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Analistas consultados pela Reuters antes da divulgação dos dados esperavam uma retomada do crescimento no terceiro trimestre para 7,9 por cento e um crescimento total no ano de 8 por cento, acima da meta oficial.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O Barclays Capital cortou a projeção de crescimento da China para 7,9 por cento ante 8,1 por cento antes dos dados desta quinta-feira.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A inflação anual para o consumidor diminuiu para 1,8 por cento em julho ante 2,2 por cento em junho, recuando ainda mais da máxima de três anos registrada em julho do ano passado de 6,5 por cento. Economistas consultados pela Reuters esperavam que a inflação desacelerasse para 1,7 por cento em julho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Esse número dá mais espaço para afrouxamento de política&#8221;, afirmou o economista-chefe do Nomura para a China, Zhang Zhiwei.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Está muito claro agora que o índice de preços ao consumidor provavelmente ficará abaixo da meta de 4 por cento no ano, portanto o foco de política para o governo pode ficar claramente em crescimento.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os preços ao consumidor subiram 0,1 por cento em julho ante o mês anterior, comparado com expectativas de queda de 0,1 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os dados de julho mostraram que o índice de preços ao produtor caiu 2,9 por cento em julho ante o mesmo período do ano passado, um declínio maior que a previsão de 2,5 por cento e a queda mais profunda desde outubro de 2009. Esse resultado marcou o quinto mês consecutivo de recuo nos preços ao produtor.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>As vendas no varejo e o investimento em ativos fixos também ficaram aquém das previsões do mercado de acordo com dados oficiais divulgados nesta quinta-feira, elevando as expectativas de que Pequim agirá para dar suporte a uma economia que vê o crescimento desacelerar há seis trimestres seguidos.</p>
<p>A inflação ao consumidor anual, por sua vez, recuou para uma mínima de 30 meses no mês passado, sugerindo que o banco central tem um amplo escopo para afrouxar ainda mais a política depois de cortar a taxa de juros em junho e julho.</p>
<p>&#8220;Achamos que a fraqueza será mais teimosa do que as pessoas esperavam&#8221;, disse Li Wei, economista do Standard Chartered Bank. &#8220;Minha opinião é de que a retórica política está perdendo sua efetividade em ampliar a confiança e é preciso ações reais para impulsionar o crescimento.&#8221;</p>
<p>Além de reduzir a taxa de juros, Pequim também baixou a quantia de dinheiro que os bancos devem manter como reservas (taxa de compulsório) para liberar estimados 1,2 trilhões de iuans a empréstimos, em uma série de medidas desde novembro de 2011.</p>
<p>O presidente Hu Jintao e o primeiro-ministro Wen Jiabao prometeram acelerar o ajuste da política no segundo semestre do ano para dar suporte à economia.</p>
<p>A expectativa é de que o banco central continue com o afrouxamento gradual da política nos próximos meses, apesar de seu recente alerta de que a inflação pode acelerar após agosto.</p>
<p>ABAIXO DAS PREVISÕES</p>
<p>O crescimento da produção industrial chinesa desacelerou para 9,2 por cento na comparação anual em julho, o mais fraco desde maio de 2009, abaixo da taxa de 9,5 por cento em junho e menor que a previsão de 9,8 por cento vista na pesquisa da Reuters.</p>
<p>O crescimento anual de investimento em ativos fixos, como em imóveis, estradas e pontes, ficou em 20,4 por cento no período entre janeiro e julho, inalterado em relação ao período de janeiro a junho e pouco abaixo da previsão de 20,5 por cento.</p>
<p>O crescimento das vendas no varejo, o maior condutor da expansão da economia no primeiro trimestre, recuou para 13,1 por cento, abaixo da estimativa de 13,7 por cento.</p>
<p>O crescimento econômico tem desacelerado desde o começo de 2011, atingindo 7,6 por cento no segundo trimestre, o ritmo mais fraco de crescimento desde a crise financeira global.</p>
<p>Analistas consultados pela Reuters antes da divulgação dos dados esperavam uma retomada do crescimento no terceiro trimestre para 7,9 por cento e um crescimento total no ano de 8 por cento, acima da meta oficial.</p>
<p>O Barclays Capital cortou a projeção de crescimento da China para 7,9 por cento ante 8,1 por cento antes dos dados desta quinta-feira.</p>
<p>A inflação anual para o consumidor diminuiu para 1,8 por cento em julho ante 2,2 por cento em junho, recuando ainda mais da máxima de três anos registrada em julho do ano passado de 6,5 por cento. Economistas consultados pela Reuters esperavam que a inflação desacelerasse para 1,7 por cento em julho.</p>
<p>&#8220;Esse número dá mais espaço para afrouxamento de política&#8221;, afirmou o economista-chefe do Nomura para a China, Zhang Zhiwei.</p>
<p>&#8220;Está muito claro agora que o índice de preços ao consumidor provavelmente ficará abaixo da meta de 4 por cento no ano, portanto o foco de política para o governo pode ficar claramente em crescimento.&#8221;</p>
<p>Os preços ao consumidor subiram 0,1 por cento em julho ante o mês anterior, comparado com expectativas de queda de 0,1 por cento.</p>
<p>Os dados de julho mostraram que o índice de preços ao produtor caiu 2,9 por cento em julho ante o mesmo período do ano passado, um declínio maior que a previsão de 2,5 por cento e a queda mais profunda desde outubro de 2009. Esse resultado marcou o quinto mês consecutivo de recuo nos preços ao produtor.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
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		<title>IGP-M acelera alta para 1,21% na 1a prévia de agosto&#8211;FGV</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 13:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou para uma alta de 1,21 por cento na primeira prévia de agosto, ante elevação de 0,95 por cento no mesmo período de julho, devido principalmente aos preços das matérias-primas brutas no atacado, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.

O IGP-M havia fechado julho com alta de 1,34 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou para uma alta de 1,21 por cento na primeira prévia de agosto, ante elevação de 0,95 por cento no mesmo período de julho, devido principalmente aos preços das matérias-primas brutas no atacado, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira.</p>
<p><span id="more-4243"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O IGP-M havia fechado julho com alta de 1,34 por cento, ante variação positiva de 0,66 por cento em junho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os indicadores de inflação vêm mostrando sinais de aceleração recentemente, com destaque para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que subiu 0,33 por cento em julho ante 0,18 por cento em junho, acima das expectativas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Na segunda-feira o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou alta de 1,52 por cento em julho, ante elevação de 0,69 por cento no mês anterior, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga ainda nesta quarta-feira os dados de julho do IPCA, o indicador oficial da meta de inflação do governo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Mesmo assim, a opinião entre analistas é de que essa aceleração dos preços não irá afetar a política do Banco Central de reduzir a taxa básica de juros para estimular a economia. Após oito cortes seguidos, a Selic está atualmente em 8 por cento ao ano e o mercado já projeta que encerre 2012 a 7,25 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">SUBÍNDICES</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Dentre os subíndices que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo-Mercado (IPA-M) teve alta de 1,73 por cento na primeira prévia de agosto, ante inflação de 1,25 por cento em igual período de julho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os preços dos Bens Finais avançaram 0,58 por cento, ante 0,80 por cento anteriormente. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 3,67 por cento para -0,10 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">No segmento Bens Intermediários, houve desaceleração para 1,27 por cento, ante 1,52 por cento na primeira prévia de julho. A principal contribuição partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de 1,50 por cento para 1,16 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Por sua vez, o índice de Matérias-Primas Brutas apresentou variação de 3,63 por cento, contra 1,41 por cento no mês anterior. Os itens que mais influenciaram foram milho em grão (-0,42 por cento para 18,05 por cento), café em grão (-2,55 por cento para 6,08 por cento) e soja em grão (9,00 por cento para 9,93 por cento).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">VAREJO</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Já o Índice de Preços ao Consumidor-Mercado (IPC-M) desacelerou a alta para 0,08 por cento, contra 0,19 por cento visto anteriormente.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação: Habitação (0,25 por cento para 0,08 por cento), Alimentação (0,61 por cento para 0,48 por cento), Vestuário (0,04 por cento para -0,38 por cento), Despesas Diversas (0,35 por cento para 0,11 por cento), Saúde e Cuidados Pessoais (0,36 por cento para 0,22 por cento) e Transportes (-0,42 por cento para -0,44 por cento).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O Índice Nacional de Custo da Construção-Mercado (INCC-M) registrou elevação de 0,39 por cento, desacelerando ante alta de 0,79 por cento na primeira apuração de julho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,24 por cento, ante 0,44 por cento no mês anterior.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O custo da Mão de Obra subiu 0,52 por cento na primeira prévia de agosto, ante 1,12 por cento no mesmo período do mês anterior.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Além de medir a evolução do nível de preços, o IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>O IGP-M havia fechado julho com alta de 1,34 por cento, ante variação positiva de 0,66 por cento em junho.</p>
<p>Os indicadores de inflação vêm mostrando sinais de aceleração recentemente, com destaque para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que subiu 0,33 por cento em julho ante 0,18 por cento em junho, acima das expectativas.</p>
<p>Na segunda-feira o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou alta de 1,52 por cento em julho, ante elevação de 0,69 por cento no mês anterior, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga ainda nesta quarta-feira os dados de julho do IPCA, o indicador oficial da meta de inflação do governo.</p>
<p>Mesmo assim, a opinião entre analistas é de que essa aceleração dos preços não irá afetar a política do Banco Central de reduzir a taxa básica de juros para estimular a economia. Após oito cortes seguidos, a Selic está atualmente em 8 por cento ao ano e o mercado já projeta que encerre 2012 a 7,25 por cento.</p>
<p>SUBÍNDICES</p>
<p>Dentre os subíndices que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo-Mercado (IPA-M) teve alta de 1,73 por cento na primeira prévia de agosto, ante inflação de 1,25 por cento em igual período de julho.</p>
<p>Os preços dos Bens Finais avançaram 0,58 por cento, ante 0,80 por cento anteriormente. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 3,67 por cento para -0,10 por cento.</p>
<p>No segmento Bens Intermediários, houve desaceleração para 1,27 por cento, ante 1,52 por cento na primeira prévia de julho. A principal contribuição partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de 1,50 por cento para 1,16 por cento.</p>
<p>Por sua vez, o índice de Matérias-Primas Brutas apresentou variação de 3,63 por cento, contra 1,41 por cento no mês anterior. Os itens que mais influenciaram foram milho em grão (-0,42 por cento para 18,05 por cento), café em grão (-2,55 por cento para 6,08 por cento) e soja em grão (9,00 por cento para 9,93 por cento).</p>
<p>VAREJO</p>
<p>Já o Índice de Preços ao Consumidor-Mercado (IPC-M) desacelerou a alta para 0,08 por cento, contra 0,19 por cento visto anteriormente.</p>
<p>Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação: Habitação (0,25 por cento para 0,08 por cento), Alimentação (0,61 por cento para 0,48 por cento), Vestuário (0,04 por cento para -0,38 por cento), Despesas Diversas (0,35 por cento para 0,11 por cento), Saúde e Cuidados Pessoais (0,36 por cento para 0,22 por cento) e Transportes (-0,42 por cento para -0,44 por cento).</p>
<p>O Índice Nacional de Custo da Construção-Mercado (INCC-M) registrou elevação de 0,39 por cento, desacelerando ante alta de 0,79 por cento na primeira apuração de julho.</p>
<p>O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,24 por cento, ante 0,44 por cento no mês anterior.</p>
<p>O custo da Mão de Obra subiu 0,52 por cento na primeira prévia de agosto, ante 1,12 por cento no mesmo período do mês anterior.</p>
<p>Além de medir a evolução do nível de preços, o IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
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		<title>IPCA acelera alta a 0,43% em julho e alimentos pesam&#8211;IBGE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 13:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou a alta ao subir 0,43 por cento em julho, após expansão de 0,08 por cento em junho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. O resultado, o maior mensal desde abril passado (0,64 por cento), veio um pouco acima das expectativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou a alta ao subir 0,43 por cento em julho, após expansão de 0,08 por cento em junho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. O resultado, o maior mensal desde abril passado (0,64 por cento), veio um pouco acima das expectativas do mercado.</p>
<p><span id="more-4241"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">No acumulado de 12 meses até julho, o IPCA avançou 5,20 por cento no mês passado, também acima do esperado e mostrando alta ante os 4,92 por cento de junho. Neste caso, é a maior variação desde março último, quando subiu 5,24 por cento, e se distanciou um pouco mais do centro da meta oficial de inflação, de 4,5 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Analistas ouvidos pela Reuters esperavam avanço de 0,38 por cento do indicador no mês passado, acumulando em 12 meses ganho de 5,15 por cento. Para a variação mensal, as projeções ficaram entre 0,30 e 0,45 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">De acordo com o IBGE, os principais responsáveis pelo resultado de julho foram os grupos Despesas Pessoais e Alimentação e Bebidas, que registraram alta mensal de 0,91 por cento cada no período. Os alimentos, acrescentou o órgão, pelo peso que possuem no orçamento das famílias, foram responsáveis por 49 por cento do IPCA no mês.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O movimento acompanha uma série de indicadores recentes que vinham mostrando aceleração nos preços, e corrobora o resultado do IPCA-15, que subiu 0,33 por cento em julho, ante 0,18 por cento no mês anterior, acima das expectativas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Nesta manhã, por exemplo, foi divulgado que o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou para uma alta de 1,21 por cento na primeira prévia de agosto, ante elevação de 0,95 por cento no mesmo período de julho, também puxado por alimentos. ? Mesmo com a recente pressão nos preços, o mercado continua apostando em mais reduções na Selic &#8211;hoje na mínima histórica de 8 por cento ao ano&#8211; para ajudar a ainda cambaleante economia brasileira. Desde agosto passado, o Banco Central já reduziu a taxa básica de juros do país oito vezes seguidas, e os agente econômicos já esperam pelo menos mais dois cortes: um de 0,50 ponto percentual em agosto e outro de 0,25 ponto em outubro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Para o IPCA, a previsão dos analistas que participam da pesquisa Focus do BC é de que o índice terá neste ano uma alta de 5,00 por cento e em 2013, de 5,50 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O maior empecilho para uma retomada da atividade econômica brasileira é o desempenho fraco da indústria. A produção do setor subiu apenas 0,2 por cento em junho, abaixo das expectativas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>No acumulado de 12 meses até julho, o IPCA avançou 5,20 por cento no mês passado, também acima do esperado e mostrando alta ante os 4,92 por cento de junho. Neste caso, é a maior variação desde março último, quando subiu 5,24 por cento, e se distanciou um pouco mais do centro da meta oficial de inflação, de 4,5 por cento.</p>
<p>Analistas ouvidos pela Reuters esperavam avanço de 0,38 por cento do indicador no mês passado, acumulando em 12 meses ganho de 5,15 por cento. Para a variação mensal, as projeções ficaram entre 0,30 e 0,45 por cento.</p>
<p>De acordo com o IBGE, os principais responsáveis pelo resultado de julho foram os grupos Despesas Pessoais e Alimentação e Bebidas, que registraram alta mensal de 0,91 por cento cada no período. Os alimentos, acrescentou o órgão, pelo peso que possuem no orçamento das famílias, foram responsáveis por 49 por cento do IPCA no mês.</p>
<p>O movimento acompanha uma série de indicadores recentes que vinham mostrando aceleração nos preços, e corrobora o resultado do IPCA-15, que subiu 0,33 por cento em julho, ante 0,18 por cento no mês anterior, acima das expectativas.</p>
<p>Nesta manhã, por exemplo, foi divulgado que o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou para uma alta de 1,21 por cento na primeira prévia de agosto, ante elevação de 0,95 por cento no mesmo período de julho, também puxado por alimentos. ? Mesmo com a recente pressão nos preços, o mercado continua apostando em mais reduções na Selic &#8211;hoje na mínima histórica de 8 por cento ao ano&#8211; para ajudar a ainda cambaleante economia brasileira. Desde agosto passado, o Banco Central já reduziu a taxa básica de juros do país oito vezes seguidas, e os agente econômicos já esperam pelo menos mais dois cortes: um de 0,50 ponto percentual em agosto e outro de 0,25 ponto em outubro.</p>
<p>Para o IPCA, a previsão dos analistas que participam da pesquisa Focus do BC é de que o índice terá neste ano uma alta de 5,00 por cento e em 2013, de 5,50 por cento.</p>
<p>O maior empecilho para uma retomada da atividade econômica brasileira é o desempenho fraco da indústria. A produção do setor subiu apenas 0,2 por cento em junho, abaixo das expectativas.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
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		<title>Produtividade da safra de grãos da Rússia cai 27%</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 12:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A produtividade das lavouras de grãos da Rússia caiu mais de 27 por cento ante o ano anterior, com 38 por cento da colheita concluída até 7 de agosto, mostraram dados do Ministério da Agricultura do país obtidos pela Reuters nesta quarta-feira.

Até a terça-feira, a Rússia havia colhido 37,1 milhões de toneladas, demonstraram os dados.
Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A produtividade das lavouras de grãos da Rússia caiu mais de 27 por cento ante o ano anterior, com 38 por cento da colheita concluída até 7 de agosto, mostraram dados do Ministério da Agricultura do país obtidos pela Reuters nesta quarta-feira.</p>
<p><span id="more-4239"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Até a terça-feira, a Rússia havia colhido 37,1 milhões de toneladas, demonstraram os dados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os rendimentos do trigo caíram 29 por cento, a 2,32 toneladas por hectare, com 25,2 milhões de toneladas debulhadas, segundo as informações do Ministério russo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>Até a terça-feira, a Rússia havia colhido 37,1 milhões de toneladas, demonstraram os dados.</p>
<p>Os rendimentos do trigo caíram 29 por cento, a 2,32 toneladas por hectare, com 25,2 milhões de toneladas debulhadas, segundo as informações do Ministério russo.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Odebrecht e Accor firmam parceria para 3 novos hotéis em SP</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 13:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aumento da demanda, combinado à baixa oferta de novos empreendimentos em São Paulo, levou o braço imobiliário da Odebrecht a apostar na construção de três novos hotéis no Estado, em parceria com a Accor, maior grupo hoteleiro do mundo, com Valor Geral de Vendas (VGV) total de 258 milhões de reais.

A capital paulista receberá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento da demanda, combinado à baixa oferta de novos empreendimentos em São Paulo, levou o braço imobiliário da Odebrecht a apostar na construção de três novos hotéis no Estado, em parceria com a Accor, maior grupo hoteleiro do mundo, com Valor Geral de Vendas (VGV) total de 258 milhões de reais.</p>
<p><span id="more-4235"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A capital paulista receberá o principal projeto da parceria com a construção de um complexo hoteleiro na região da Barra Funda, o primeiro no Brasil com a nova marca do grupo Accor, a ibis Styles (antiga All Seasons).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Com foco em hóspedes corporativos, o empreendimento tem VGV de 103 milhões de reais e contará com 308 quartos, com a conclusão prevista para novembro de 2015. Além do hotel, estão previstos no complexo uma torre de escritórios e outra residencial, além de um shopping center.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Hotelaria é uma oportunidade em São Paulo&#8230; a demanda é muito forte e existe carência de novos quartos&#8221;, disse o diretor regional da Odebrecht Realizações Imobiliárias, Paulo Melo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">As companhias anunciaram ainda dois novos empreendimentos em Santos, no litoral de São Paulo: Novotel Legend e ibis Valongo, com VGV de 85 milhões e 70 milhões de reais, respectivamente, e conclusão estimada para abril de 2015 e janeiro de 2016.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os projetos, cujos recursos sairão do caixa da Odebrecht, serão vendidos a investidores. Para a construção, a companhia deve recorrer a uma linha de financiamento voltada ao mercado imobiliário, ainda em negociação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Existe uma carência de novos hotéis em São Paulo&#8230;ficamos muito tempo sem nada ser apresentado&#8221;, afirmou o diretor de desenvolvimento da Accor para a América Latina, Abel Castro. &#8220;Existe uma oportunidade muito grande em São Paulo&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Segundo ele, seria necessária a inauguração de 18 novos hotéis a cada ano para acompanhar o atual ritmo de crescimento da demanda.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A parceria, por meio da qual a Odebrecht já possui três hotéis na Bahia, encerra um hiato de dez anos sem lançar empreendimentos hoteleiros na cidade de São Paulo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Com portfólio de 15 hotéis no país, 9 deles já lançados com VGV total de 1,075 bilhão de reais, a Odebrecht Realizações Imobiliárias elegeu o modelo de &#8220;complexo multiuso&#8221; como estratégia para se diferenciar no segmento hoteleiro e driblar a escassez de terrenos bem localizados nas grandes cidades.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Acreditamos no modelo de desenvolvimento imobiliário de cidade compacta, com lojas, escritórios e hotel no mesmo local&#8221;, disse Melo. &#8220;Isso cria valor e conveniência&#8221;. Embora com variações, os três novos empreendimentos anunciados nesta terça-feira integram este formato.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Comprar terreno bem localizado em São Paulo apenas para construção de um hotel é uma equação difícil&#8221;, acrescentou o executivo. &#8220;A ideia é equilibrar o mix do projeto com empreendimentos múltiplos&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Ainda segundo Melo, o braço imobiliário da Odebrecht deve anunciar outros dois empreendimentos hoteleiros na capital paulista até o final do ano.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Em 2011, a Odebrecht Realizações Imobiliárias apresentou lançamentos da ordem de 3 bilhões de reais e apurou faturamento de 1,5 bilhão de reais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>A capital paulista receberá o principal projeto da parceria com a construção de um complexo hoteleiro na região da Barra Funda, o primeiro no Brasil com a nova marca do grupo Accor, a ibis Styles (antiga All Seasons).</p>
<p>Com foco em hóspedes corporativos, o empreendimento tem VGV de 103 milhões de reais e contará com 308 quartos, com a conclusão prevista para novembro de 2015. Além do hotel, estão previstos no complexo uma torre de escritórios e outra residencial, além de um shopping center.</p>
<p>&#8220;Hotelaria é uma oportunidade em São Paulo&#8230; a demanda é muito forte e existe carência de novos quartos&#8221;, disse o diretor regional da Odebrecht Realizações Imobiliárias, Paulo Melo.</p>
<p>As companhias anunciaram ainda dois novos empreendimentos em Santos, no litoral de São Paulo: Novotel Legend e ibis Valongo, com VGV de 85 milhões e 70 milhões de reais, respectivamente, e conclusão estimada para abril de 2015 e janeiro de 2016.</p>
<p>Os projetos, cujos recursos sairão do caixa da Odebrecht, serão vendidos a investidores. Para a construção, a companhia deve recorrer a uma linha de financiamento voltada ao mercado imobiliário, ainda em negociação.</p>
<p>&#8220;Existe uma carência de novos hotéis em São Paulo&#8230;ficamos muito tempo sem nada ser apresentado&#8221;, afirmou o diretor de desenvolvimento da Accor para a América Latina, Abel Castro. &#8220;Existe uma oportunidade muito grande em São Paulo&#8221;.</p>
<p>Segundo ele, seria necessária a inauguração de 18 novos hotéis a cada ano para acompanhar o atual ritmo de crescimento da demanda.</p>
<p>A parceria, por meio da qual a Odebrecht já possui três hotéis na Bahia, encerra um hiato de dez anos sem lançar empreendimentos hoteleiros na cidade de São Paulo.</p>
<p>Com portfólio de 15 hotéis no país, 9 deles já lançados com VGV total de 1,075 bilhão de reais, a Odebrecht Realizações Imobiliárias elegeu o modelo de &#8220;complexo multiuso&#8221; como estratégia para se diferenciar no segmento hoteleiro e driblar a escassez de terrenos bem localizados nas grandes cidades.</p>
<p>&#8220;Acreditamos no modelo de desenvolvimento imobiliário de cidade compacta, com lojas, escritórios e hotel no mesmo local&#8221;, disse Melo. &#8220;Isso cria valor e conveniência&#8221;. Embora com variações, os três novos empreendimentos anunciados nesta terça-feira integram este formato.</p>
<p>&#8220;Comprar terreno bem localizado em São Paulo apenas para construção de um hotel é uma equação difícil&#8221;, acrescentou o executivo. &#8220;A ideia é equilibrar o mix do projeto com empreendimentos múltiplos&#8221;.</p>
<p>Ainda segundo Melo, o braço imobiliário da Odebrecht deve anunciar outros dois empreendimentos hoteleiros na capital paulista até o final do ano.</p>
<p>Em 2011, a Odebrecht Realizações Imobiliárias apresentou lançamentos da ordem de 3 bilhões de reais e apurou faturamento de 1,5 bilhão de reais.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
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		<item>
		<title>Lucro líquido da Itaúsa cai 5% no 2o tri, a R$1,19 bi</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 13:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Itaúsa, holding que controla o Itaú Unibanco, teve lucro líquido consolidado de 1,188 bilhão de reais no segundo trimestre, queda de cerca de 5 por cento ante o mesmo período do ano passado, informou a empresa nesta terça-feira.

No primeiro semestre, o lucro líquido somou 2,558 bilhões de reais, queda anual de 2,2 por cento. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Itaúsa, holding que controla o Itaú Unibanco, teve lucro líquido consolidado de 1,188 bilhão de reais no segundo trimestre, queda de cerca de 5 por cento ante o mesmo período do ano passado, informou a empresa nesta terça-feira.</p>
<p><span id="more-4233"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">No primeiro semestre, o lucro líquido somou 2,558 bilhões de reais, queda anual de 2,2 por cento. Em termos recorrentes, o resultado foi positivo em 2,705 bilhões de reais, alta de 2,5 por cento sobre o mesmo período de 2011.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O patrimônio líquido da companhia encerrou o primeiro semestre em 33,6 bilhões de reais, alta de 10 por cento na comparação com o mesmo intervalo do ano passado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os ativos totais encerraram o semestre a 317,6 bilhões de reais, frente a 289,5 bilhões de reais no mesmo período de 2011.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Além do Itaú Unibanco, o conglomerado controla Duratex, Itautec e Elekeiroz.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>No primeiro semestre, o lucro líquido somou 2,558 bilhões de reais, queda anual de 2,2 por cento. Em termos recorrentes, o resultado foi positivo em 2,705 bilhões de reais, alta de 2,5 por cento sobre o mesmo período de 2011.</p>
<p>O patrimônio líquido da companhia encerrou o primeiro semestre em 33,6 bilhões de reais, alta de 10 por cento na comparação com o mesmo intervalo do ano passado.</p>
<p>Os ativos totais encerraram o semestre a 317,6 bilhões de reais, frente a 289,5 bilhões de reais no mesmo período de 2011.</p>
<p>Além do Itaú Unibanco, o conglomerado controla Duratex, Itautec e Elekeiroz.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
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		<title>Recessão italiana continua no 2o tri e amplia problemas de Monti</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 13:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A economia da Itália contraiu 0,7 por cento no segundo trimestre, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, ampliando as dificuldades para o governo tecnocrata de Mario Monti diante de uma crise de dívida que ameaça toda a zona do euro.

A queda de 0,7 por cento no Produto Interno Bruto foi a quarta consecutiva para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A economia da Itália contraiu 0,7 por cento no segundo trimestre, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, ampliando as dificuldades para o governo tecnocrata de Mario Monti diante de uma crise de dívida que ameaça toda a zona do euro.</p>
<p><span id="more-4231"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A queda de 0,7 por cento no Produto Interno Bruto foi a quarta consecutiva para uma economia atolada em recessão desde meados do ano passado, após declínio de 0,8 por cento no primeiro trimestre.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os dados foram ligeiramente piores do que as expectativas. A mediana das estimativas em uma pesquisa da Reuters com analistas indicava uma queda de 0,6 por cento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A agência oficial de estatísticas Istat reportou que o PIB recuou 2,5 por cento na comparação com o mesmo período do ano passado, após uma queda de 1,4 por cento no primeiro trimestre, apresentando o recuo mais forte desde o fim de 2009.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A Itália tem sido a economia mais lenta da zona do euro há mais de uma década, alimentando as preocupações dos investidores sobre a capacidade do país de reduzir a dívida pública, de cerca de 123 por cento da produção.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A recessão enfraquece as receitas tributárias e afeta os empregos e o consumo em um círculo vicioso que atrapalha Monti, que busca reduzir o déficit orçamentário para 0,1 por cento do PIB em 2014.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Com os rendimentos dos títulos italianos ainda perto de 6 por cento, Monti vem alertando aos parceiros europeus que, a menos que mostrem flexibilidade em relação às finanças públicas da Itália, o país pode em breve ser comandado por um governo cético em relação ao euro e pouco comprometido com a consolidação fiscal.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Monti prometeu renunciar na próxima primavera (do Hemisfério Norte), quando devem acontecer novas eleições.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A Istat disse que a atividade teve contração em agricultura, indústria e serviços, mas não deu detalhes numéricos dos componentes do PIB.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>A queda de 0,7 por cento no Produto Interno Bruto foi a quarta consecutiva para uma economia atolada em recessão desde meados do ano passado, após declínio de 0,8 por cento no primeiro trimestre.</p>
<p>Os dados foram ligeiramente piores do que as expectativas. A mediana das estimativas em uma pesquisa da Reuters com analistas indicava uma queda de 0,6 por cento.</p>
<p>A agência oficial de estatísticas Istat reportou que o PIB recuou 2,5 por cento na comparação com o mesmo período do ano passado, após uma queda de 1,4 por cento no primeiro trimestre, apresentando o recuo mais forte desde o fim de 2009.</p>
<p>A Itália tem sido a economia mais lenta da zona do euro há mais de uma década, alimentando as preocupações dos investidores sobre a capacidade do país de reduzir a dívida pública, de cerca de 123 por cento da produção.</p>
<p>A recessão enfraquece as receitas tributárias e afeta os empregos e o consumo em um círculo vicioso que atrapalha Monti, que busca reduzir o déficit orçamentário para 0,1 por cento do PIB em 2014.</p>
<p>Com os rendimentos dos títulos italianos ainda perto de 6 por cento, Monti vem alertando aos parceiros europeus que, a menos que mostrem flexibilidade em relação às finanças públicas da Itália, o país pode em breve ser comandado por um governo cético em relação ao euro e pouco comprometido com a consolidação fiscal.</p>
<p>Monti prometeu renunciar na próxima primavera (do Hemisfério Norte), quando devem acontecer novas eleições.</p>
<p>A Istat disse que a atividade teve contração em agricultura, indústria e serviços, mas não deu detalhes numéricos dos componentes do PIB.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
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		<title>Petrobras faz contratos de afretamento de 12 sondas para pré-sal</title>
		<link>http://www.diferencial.com.br/?p=4229</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 13:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Petrobras anunciou no final da sexta-feira que assinou contratos com seis empresas para afretamento e operação de 12 plataformas flutuantes de perfuração. Os acordos foram firmados com as empresas Sete Brasil, Queiroz Galvão, Petroserv, Odebrecht, Odfjell e Seadrill.

As sondas serão construídas no Brasil, com percentuais de conteúdo local entre 55 e 65 por cento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou no final da sexta-feira que assinou contratos com seis empresas para afretamento e operação de 12 plataformas flutuantes de perfuração. Os acordos foram firmados com as empresas Sete Brasil, Queiroz Galvão, Petroserv, Odebrecht, Odfjell e Seadrill.</p>
<p><span id="more-4229"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">As sondas serão construídas no Brasil, com percentuais de conteúdo local entre 55 e 65 por cento, e, após completadas, serão afretadas à Petrobras por um período de 15 anos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Com essa operação, a companhia completa a contratação de doze sondas do pacote de 21 sondas negociados com a Sete Brasil&#8221;, informou a Petrobras em comunicado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Essas 12 unidades serão entregues a partir de 2016 e serão destinadas principalmente à perfuração de poços no pré-sal da Bacia de Santos &#8211; incluídas as áreas da cessão onerosa.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">As sondas poderão operar em profundidades de água de até 3 mil metros, com capacidade de perfurar poços de até 10 mil metros de comprimento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Fonte: Reuters Brasil</div>
<p>As sondas serão construídas no Brasil, com percentuais de conteúdo local entre 55 e 65 por cento, e, após completadas, serão afretadas à Petrobras por um período de 15 anos.</p>
<p>&#8220;Com essa operação, a companhia completa a contratação de doze sondas do pacote de 21 sondas negociados com a Sete Brasil&#8221;, informou a Petrobras em comunicado.</p>
<p>&#8220;Essas 12 unidades serão entregues a partir de 2016 e serão destinadas principalmente à perfuração de poços no pré-sal da Bacia de Santos &#8211; incluídas as áreas da cessão onerosa.&#8221;</p>
<p>As sondas poderão operar em profundidades de água de até 3 mil metros, com capacidade de perfurar poços de até 10 mil metros de comprimento.</p>
<p>Fonte: Reuters Brasil</p>
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