

Ações
Perdas em função de oscilações imprevistas nos preços das ações presentes em determinadas carteiras.
Falha na liquidação
O investidor que comprar uma ação e vendê-la em D1 ou D2, corre risco da não entrega da contraparte que o vendeu. Isto é, pagará multa por falha na liquidação.
Derivativos
Perdas devido a variações no valor de posições em operações ao convencionadas, tais como mercado a termo, mercado de futuros e opções, geralmente negociadas na BM&F.
Hedge
Perdas decorrentes da imperfeição de hedge devido à limitação de instrumentos financeiros existentes podendo acarretar descasamento de preços entre o ativo protegido e o derivativo.
Alavancagem
Determinados instrumentos derivativos possibilitam ao cliente assumir posições sem utilização de caixa. Na hipótese de grandes oscilações de mercado desfavoráveis ao cliente referidas posições poderão ocasionar perdas superiores àquelas que o cliente possa honrar.
Commodities
Perdas em função de oscilações imprevistas nos preços de ativos indexados a produtos agrícolas, pecuários ou extração mineral.
Concentração
Perdas em função de investimento concentrados em determinados indexadores, moedas, instrumentos ou vencimentos, caso um destes sofra um movimento abrupto adverso em seu valor de mercado.
Riscos e liquidez
É o risco associado à ausência de demanda pelos ativos que compõem a carteira do cliente. Neste caso, o efeito é proporcional à participação na carteira do título afetado. Em termos operacionais, o cliente poderá encontrar dificuldades para converter seus ativos em caixa, bem como para liquidar posições, ou seja, terá que oferecer descontos nos preços dos ativos, e por conseqüência estará incorrendo em perdas.
Riscos Operacionais da Negociação pela Internet
A negociação de valores mobiliários pela internet envolve o mesmo tipo de risco operacional de qualquer outra operação realizada através da rede mundial de computadores. Risco semelhante abrange transações e transferências bancárias, aplicações e investimentos, bem como compras on-line.
Todos envolvem o acesso remoto a produtos e serviços disponibilizados em um website na internet. O processo envolve um número razoável de variáveis, entre elas: o computador e sua configuração, o navegador, o provedor de acesso e as linhas de telefone, cabo ou satélite. Os potenciais riscos operacionais oriundos deste conjunto de variáveis são: falhas de desempenho, interrupção, demora na operação ou transmissão, vírus de computador e falha da linha ou do sistema. Além disso, também devemos considerar possíveis problemas no uso do código de identificação e da senha pelo usuário tais como violação do seu sigilo ou extravio.
Os riscos operacionais podem ser tecnológicos como se verifica na queda de conexão. No entanto, não podemos esquecer, também podem ser externos como no caso de uma pane da companhia telefônica ou de energia. Deste ponto de vista, quaisquer sistemas eletrônicos estão sujeitos a problemas. O que conta realmente é como tais problemas são tratados, e principalmente, o quanto estão preparadas as instituições responsáveis pela prestação de serviços para os vários tipos de contingências às quais estão sujeitas.
Independentemente da quantidade de variáveis que influencia o risco operacional, ainda continua a ser importante a qualidade das escolhas do cliente: de um simples modem ou placa até a instituição responsável pela gestão de seus recursos na rede. Esta mesma qualidade é que vai determinar a melhor solução de qualquer possível problema.
TODA COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DA REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES ESTÁ SUJEITA A INTERRUPÇÕES OU ATRASOS, PODENDO IMPEDIR OU PREJUDICAR O ENVIO DE ORDENS OU A RECEPÇÃO DE INFORMAÇÕES ATUALIZADAS.